...Partir um pé, e ficar com quase todo o tempo livre.
Sentir, pensar e querer guardar.
A escrita como forma de organizar o pensamento, baú de memórias, companhia e partilha.
domingo, 27 de dezembro de 2009
poema - Carlos Drummond de Andrade
. QUALQUER TEMPO . Qualquer tempo é tempo. A hora mesma da morte é hora de nascer.
Nenhum tempo é tempo bastante para a ciência de ver, rever.
Tempo, contratempo anulam-se, mas o sonho resta, de viver.
Por vezes estranho-me e encontro-me na tentativa do desembaraçar as teias que me prendem. Do labirinto do Minotauro estou quase de saída. Pelo ar hei-de subir. Apenas hoje li o poema do carlos Drummond de Andrade. Obrigada passados já quase 4 meses. Sim, o sonho salva-nos, como a criação e o espaço.
Por vezes estranho-me e encontro-me na tentativa do desembaraçar as teias que me prendem. Do labirinto do Minotauro estou quase de saída. Pelo ar hei-de subir.
ResponderEliminarApenas hoje li o poema do carlos Drummond de Andrade. Obrigada passados já quase 4 meses.
Sim, o sonho salva-nos, como a criação e o espaço.